Apenas 17 escolas municipais de Campina Grande repassaram, nesta segunda-feira, 8, à gerência do projeto "Nome Legal" uma relação contendo o nome de 654 crianças em cujo registar de nascimento não consta a paternidade. A reunião entre promotores de Justiça e gestores escolares aconteceu na sede do Ministério Público na cidade. A Prefeitura conta com 134 estabelecimentos de ensino e o propósito do MP é alcançar todas as escolas, de forma a garantir às crianças campinenses o nome do pai em seus registros.
Participaram do encontro desta segunda-feira os promotores Pedro Nóbrega, Júlia Cristina, Carla Simone Jovana Maria Tabosa e Nara Torres Lemos, uma das gerentes do projeto "Nome Legal".
Como vem acontecendo desde o início do projeto, promotores de Justiça colhem os dados através das redes públicas de ensino sobre os alunos que não têm o nome do pai ou da mãe no registro. Depois, é feito um mutirão nas escolas para ouvir as mães e, depois, o Ministério Público convoca uma reunião da mãe da criança com o suposto pai.

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